O que acontece com o cérebro de quem leva um pé na bunda?

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Relacionamentos são muito complicados ,a não ser que você seja extremante frio ,ou super centrado  emocionalmente ou tenha namorado alguém assim também, o término de um relacionamento na maioria das vezes causa um trauma difícil de se reverter  , mesmo quando já estamos esperando o fim .O excesso ou até a falta de amor não influencia muito nesta aréa, se é por uma questão de fidelidade ou comodismo,Ver ou imaginar o fim da nossa história de amor ,faz com que nos sentimos péssimos.

Nessas horas de constrangimentos, principalmente pra pessoa que leva o famosissímo “pé na bunda ‘, o cérebro age de uma maneira diferente, dentro do que alguns pesquisadores chamam de “paixão reversa”.

O Vício do Amor

10-hábitos-de-casais-que-vivem-felizes-6E quando não é correspondido ? – Ah mesmo assim o amor nos faz muito feliz , mais bobos,com aquele sorriso ” de orelha a orelha”. É horrivel , portanto, altera até mesmo os nosso batimentos cadíacos e faz com que nosso cérebro libere substâncias capazes de nos deixar eufóricos – é dificil não ficar louco ,apaixonado ,não se “viciar”.

Com o passar do tempo junto da pessoa amada, seu corpo se acostuma e a reconhecer todos os movimentos ,cheiros e manias . Vão se diminuindo ao longo do tempo,porém se a relação chegar ao fim  seu cérebro entra em pane e fica obcecado procurando sentir de novo a mesma sensação do ínicio do relacionamento. Esse desejo  absurdo de experimentar a “droga”outra vez e a noção de que a realidade é diferente nos coloca, literalmente, em um estado de contradiçao  mental e emocional.

Apartir desse momento tudo passa a lembrar a pessoa (fotos, músicas, cheiros, lugares) acaba ativando nosso mecanismo cerebral de recompensa, que é a mesma área que se liga em usuários de drogas, especialmente da cocaína e da nicotina.Então você naão consegue viver ,não tem outro pensamento a não ser a pessoa amada.

 

images (3)Esta área de recompensa ,de escolhas , bombardeia nosso corpo com dopamina, ela ativa nossas vontades de sempre querer mais e mais de todas as formas possíveis . Aquele desejo enorme e  absurdo de experimentar  mais dessa sensação nos influencia a ir a procura de coisas que nos deem este mesmo prazer. No caso de uma relação amorosa, esta tal “coisa” que queremos de novo nao se resume a um novo relacionamento ,mais sim aquele antigo amor ,aquele relacionamento mal resolvido que ficou pra trás. Aí complica.

Como você não mantém contato com essa tal “droga” em questão, seu cérebro vai continuar pertubando  a sua vida, de modo que seu sistema de recompensa ,vai te levar a ter reações adversas e idiotas , como beber demais  e ligar para o ex ou sugerir “uma última noite de amor”.

A neurocientista Lucy Brown, especialista na forma como o cérebro lida com o amor,nos explica que o término de relações  amorosas são mais difícieis de serem superadas porque este esquema de recompensa do amor acaba comprometendo regiões primárias do cérebro. “Uma rejeição amorosa é uma coisa que muda a vida e envolve sistemas que estão no mesmo nível de sentir fome ou sede”.

21161001651034Toda essa tensão pode interferir tambem em outras áreas do nosso corpo ,como dores no corpo ,cabeça ,indisposiçao ,várias pessoas entram em depressão por não sentirem vontade de se relacionar ,conversar com ninguem .

Pesquisas recentimente  revelaram que não é apenas nosso centro de recompensa que entra em pane depois do fim de um namoro. Varias  regiões cerebrais responsáveis por controlar o stress e a resposta dada por ele e à dor física também são afetadas quando um relacionamento chega ao fim . Então, ainda que as áreas do cérebro vinculadas à dor em si estejam “desligadas”, as que lidam com a resposta da dor acabam nos deixando ansiosos da mesma forma que ficamos quando algo muito ruim acontece.

Infelizmente, esse sentimento horrivel pode durar por muito tempo ,mesmo que você diga que chegou que finalmente superou . Se você quer uma estimativa mais relevante , Brown explica muito bem  que a superação pode demorar de seis meses a até dois anos ou ainda mais – nesse meio tempo, o fundamental é evitar as famosas “recaídas”, exatamente como nos casos de usuários de droga.

21161016096035Como você ja deve ter reparado  falamos apenas do lado de quem sofre com o fim do relacionamento, e, nesse sentido, so temos cada vez mais certeza de que a vida não é justa : cientificamente falando, não se sabe quase nada sobre como funciona a cabeça de quem deixa de amar alguém e resolve colocar o ponto final na relação por que geralmente quem ama esta disposto a enfrentar tudo para se encontrar ao lado da pessoa amada .

Pelo que parece , talvez nosso cérebro tenha um mecanismo de “desapaixonamento lento”, que vai enfraquecendo nossas conexões cerebrais aos poucos de modo que, com o passar do tempo, nao se sinta absolutamente nada.

Tem Cura ?

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Muitas evidências chegam a nós mostrar que nosso cérebro  já tenta nos fazer seguir em frente assim que o relacionamente e finalizado . Nesse sentido, temos a oportunidado de nos envolver com aquilo que nos transmite mais felicidade . Felizmente, da mesma forma que somos inundados por uma sensação de dor e desejo de ter a pessoa de volta,ao mesmo tempo recebendo estimulos para nos manter de pé e seguir em frente .

Parece loucura ? – mas é exatamente isso –, mas nos mesmos fazemos tanta bagunça ,tanta confusão assim com uma boa intenção: ele só quer nos ver bem de novo e, por mais que não  pareça, a ideia é regular nossas emoções nos deixar felizes novamente e dessa maneira seguir em frente .O mais importante é manter em mente que, apesar de essa recuperação ser demorada, um dia essa dor ,esse sentimento de desespero vai passar e você irá conseguir superar o fim.Brown diz e  é  bem simples: quando seu cérebro trouxer lembranças do ex, em vez de focar nas coisas boas, o ideal é se lembrar apenas das negativas –.

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